Arquivos da categoria: Software Developer

Existe muita discussão em torno desse profissional. Muita gente acredita que o Full Stack deve ser o gênio de informática, outros acreditam que ele é somente o cara que saca de back e front, mas, no fundo no fundo, o negócio é bem mais simples do que parece. Por conta dessa confusão, muitas empresas estão tomando proveito da situação e exigindo 6 profissionais em 1, mas mantendo o mesmo salário de um único profissional. Um Full Stack Developer é alguém com *familiaridade em cada camada da pilha. Para ficar mais claro o que estou falando, vamos nos aprofundar mais no assunto. *familiaridade fa.mi.lia.ri.da.de sf (lat familiaritate) 1 Qualidade daquele ou daquilo que é familiar. 2Confiança. 3 Franqueza. 4 Intimidade. A imagem acima representa a pilha completa de conhecimentos desejáveis para um Full Stack Developer. Quanto mais fundo ele for, mais completo será esse profissional, mas não necessariamente ele precisa ter conhecimento profundo em todas as camadas dessa pilha. Geralmente esse profissional…

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A pouco tempo resolvi me aprofundar mais Python e olhar para essa linguagem com outros olhos. Pensando nisso, comprei vários livros, comecei a ler vários artigos e vários assuntos diferentes, não ficando apenas no mundo Python + Django. Nessa minha busca por outros ares, bati num assunto bem legal, Redes e Python. Sendo assim, além dos artigos de Django que venho postando, vou iniciar uma série de artigos relacionados a esse assunto. Antes de botar a mão na massa, quero deixar claro uma coisa. Não sou o dono da verdade e o objetivo de todo post técnico que eu crio é repassar conhecimento. Portanto, deixe seu comentário e faça sua crítica (com conteúdo por favor) 🙂 Você que usa Django, já parou para pensar como o “runserver” funciona? Eu já, mas tenho certeza que, assim como eu, muita gente só passou o olho no código e não parou para tentar entender…

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Vamos falar sobre isso de uma vez por todas?!?! Amigos Pythonianos, tudo bem? Preciso confessar que estou sofrendo… E muito! Trabalhar com um código legado quase sempre é uma enorme dor de cabeça, mas não deveria ser assim. O motivo? ZONA total!!! Ok, não sou o programador mais limpo da face da terra, mas garanto que não sou sujo como alguns projetos que encontro por ai! Mas, antes de entrar efetivamente no mundo das PEPs, precisamos primeiro saber o que é, o que comem, onde vivem… O que são as PEPs? PEP — Python Enhancement Proposal (ou Proposta de Melhoria do Python) é um documento que tem como objetivo fornecer informações da linguagem para a comunidade Python. Uma PEP é capaz de fornecer uma especificação técnica concisa de recursos e justificativas para a utilização deste recurso. Atualmente existem várias PEPs disponíveis (várias mesmo), mas confesso que dentre todas elas, a mais importante para mim (a…

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Você sabe como o import no Python funciona? Muita gente sabe para que serve, mas não como ele realmente funciona. Diferente de outras linguagens, o import do Python não é apenas a adição textual de um arquivo X em um arquivo Y, ele vai muito além disso. Quando utilizamos o import, ele executa 3 ações: 1) Procura pelo módulo importado Quando colocamos import something seria o mesmo que informar /dir/something.py. Feito isso o Python irá procurar pelo módulo referenciado em seu import para, se preciso, transformar ele em byte code. 2) Se for preciso, compila em byte code Como dito anteriormente, após localizar o módulo referenciado em seu import, o Python irá criar um arquivo .pyc compilado em byte code. Além disso, é verificado se o arquivo está ou não atualizado, se for preciso ele é recompilado no momento em que o programa for “restartado”. 3) Executa o código do módulo importado Para esse terceiro passo resta executar o byte code gerado no passo anterior.…

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